Escócia-Brasil, 0-3 (crónica)
Amor, amém: a noite perfeita do Brasil
Há uma teoria, que não é minha, de que o Mundial 94 - curiosamente também jogado aqui nos Estados Unidos - matou o futebol brasileiro.
A seleção de Carlos Alberto Parreira, recorde-se, venceu esse Campeonato do Mundo, nos penáltis (foi a primeira final decidida da marca de onze metros), com uma equipa que tinha Romário e Bebeto. O resto, diz a teoria, era um grupo de pernas grossas: Mauro Silva, Mazinho, Dunga, Aldaír, Branco, enfim.
Desde então, e mesmo no Mundial 2022, com aquele tridente mágico formado por Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho, o Brasil nunca mais foi aquele Brasil de…
Maisfutebol
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