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Classificada como líder do grupo, seleção dos EUA relaxa em “oásis” californiano

A seleção dos Estados Unidos vive um ambiente leve e confiante após duas vitórias na Copa do Mundo de 2026. Em meio a um clima descontraído na concentração, os jogadores reforçam a união do grupo enquanto buscam uma campanha histórica no torneio disputado em casa. O post Classificada como líder do grupo, seleção dos EUA relaxa em “oásis” californiano apareceu primeiro em Gazeta Esportiva.

Classificada como líder do grupo, seleção dos EUA relaxa em “oásis” californiano
Fuente: Gazeta Esportiva — Futebol

Após as vitórias sobre Paraguai e Austrália em seus dois primeiros jogos da Copa do Mundo, um bom ambiente reina no “oásis” da seleção dos Estados Unidos na Califórnia.

Enquanto o goleiro Matt Freese cumpria seus compromissos com a imprensa nesta terça-feira, um rosto conhecido chamou a atenção em meio à multidão de jornalistas e câmeras. Era Weston McKennie.

“É difícil manter o foco em vocês!”, disse Freese, sorrindo, enquanto o meia fazia de tudo para distrair seu companheiro de equipe. “Ele também foi nosso motorista: trouxe a gente até aqui num carrinho de golfe”, explicou o goleiro.

É apenas uma pequena história, mas ilustra a alegria compartilhada pelos jogadores comandados pelo técnico Mauricio Pochettino após duas vitórias iniciais que conquistaram uma nação muitas vezes cética em relação ao futebol.

O cenário é perfeito para relaxar. Um hotel de luxo à beira-mar no sul da Califórnia foi totalmente ocupado pela seleção dos EUA, oferecendo aos jogadores tranquilidade e privacidade em meio à pressão de representar um dos anfitriões do torneio.

O goleiro Matt Turner descreveu o resort como “nosso pequeno oásis”, enquanto o meia Gio Reyna admitiu se sentir “um pouco mimado”. “Acordamos de manhã e alguns querem surfar. Outros querem pescar e, alguns, fazer compras”, explicou Folarin Balogun.

“Há tantas coisas para fazer aqui e eu só experimentei uma fração delas”, contou o atacante, nascido nos EUA mas criado na Inglaterra, que raramente passou mais do que algumas semanas consecutivas no país.

GOT THE GROUP! pic.twitter.com/evUyQN8cxF

— U.S. Soccer Men’s National Team (@USMNT) June 20, 2026

Contraste com Copa do Catar

A aparente calma e o bom astral no elenco contrastam com os acontecimentos no Catar, há quatro anos, quando Reyna quase foi mandado de volta para casa após um desentendimento com o então técnico Gregg Berhalter a respeito de sua postura nos treinos.

A discussão escalou a ponto de envolver a família de Reyna, incluindo uma acusação de agressão que levou o treinador a ser investigado pelas autoridades do futebol dos EUA, embora ele tenha sido posteriormente inocentado.

Desta vez, no entanto, nem tudo tem sido tranquilo. O atacante Christian Pulisic sofreu uma pancada durante um treino e acabou com uma lesão que se agravou na vitória por 4 a 1 sobre o Paraguai, na estreia – ele não joga desde então.

O capitão Tim Ream disse à AFP que houve “alguns momentos de tensão entre nós” durante as intensas sessões de treinamento comandadas pelo técnico Pochettino.

Recuperar as energias

Balogun não quis revelar quais jogadores andam se aventurando no surfe, um esporte que pode ser perigoso devido às ondas gigantescas da costa do Pacífico na Califórnia.

No entanto, a variedade de atividades é grande — incluindo alguns passatempos tipicamente americanos — e visa manter os jogadores ocupados durante os longos intervalos entre as partidas desta Copa do Mundo ampliada, que conta com 48 seleções e dura 39 dias.

Pulisic mencionou que começou a preparar “s’mores”, um doce feito de marshmallow e chocolate que, para os americanos, evoca uma sensação de nostalgia e aconchego.

Reyna falou sobre dar um mergulho no mar após os treinos “para recuperar as energias e pegar um pouco de sol” na praia.

Para Freese, tudo isso promove a união entre os jogadores enquanto buscam alcançar algo especial nesta Copa do Mundo disputada em casa, já que a seleção americana não chega às quartas de final desde 2002.

“Voltamos para o nosso hotel, que é bem reservado e isolado. Ficamos só nós lá. Então, podemos realmente ser nós mesmos, criar laços e nos tornar um grupo unido fora de campo”, resumiu o goleiro.

Com a liderança do Grupo D garantida, os americanos já sabem onde serão disputadas as suas três possíveis partidas seguintes na fase de mata-mata, Todas elas ocorrerão na Costa Oeste: São Francisco, Seattle e Los Angeles. Perto do “oásis”.

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*Por AFP

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