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República Tcheca tenta escapar de fantasma da "geração de ouro" em 2006 para evitar novo fracasso

Técnico da República Tcheca ganha bota de cowboy de presente e brinca fingindo beber nela Com sofrimento, a República Tcheca voltou à Copa do Mundo depois de 20 anos. Para estar na edição de 2026 do Mundial, a seleção passou nos pênaltis por Irlanda e Dinamarca na repescagem das Eliminatórias da Uefa. Agora, a missão é outra: evitar um novo fracasso e não repetir a decepção da geração de ouro do…

República Tcheca tenta escapar de fantasma da "geração de ouro" em 2006 para evitar novo fracasso
Fonte: Globo Esporte — Copa do Mundo

Técnico da República Tcheca ganha bota de cowboy de presente e brinca fingindo beber nela Com sofrimento, a República Tcheca voltou à Copa do Mundo depois de 20 anos. Para estar na edição de 2026 do Mundial, a seleção passou nos pênaltis por Irlanda e Dinamarca na repescagem das Eliminatórias da Uefa. Agora, a missão é outra: evitar um novo fracasso e não repetir a decepção da geração de ouro do país. Em 2006, a República Tcheca disputaria sua primeira Copa do Mundo depois da independência e separação da Eslováquia, em 1993. Até então, as outras oito participações na competição tinham sido sob o nome de Tchecoslováquia. E logo na primeira vez da "nova" seleção, a expectativa era a maior possível, já que ela ocupava o segundo lugar no ranking da Fifa. O mundo conheceria ainda mais o lendário goleiro Petr Cech, do Chelsea; os meias Tomas Rosicky e Pavel Nedved, do Arsenal e da Juventus, respectivamente; os atacantes Milan Baros, do Lyon, e Karel Poborsky, do Sparta Praha... Petr Cech em ação pelo Chelsea Getty Images A geração de ouro da República Tcheca já havia mostrado o seu valor. Dois anos antes, havia chegado à semifinal da Euro, mas foi eliminada no gol de ouro para a Grécia. Mesmo sem chegar à decisão ou conquistar o título, o país comemorou uma campanha memorável diante de tantos adversários complicados. Talento não faltava. Mas faltou resultado para que a República Tcheca tivesse uma campanha à altura dos seus jogadores na Copa do Mundo de 2006. VEJA TAMBÉM: + 🔍 adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google + Calendário da Copa: veja datas e horários dos jogos + SIMULADOR: escolha quem avança na Copa + Veja a tabela da Copa do Mundo Pavel Nedved, aos 24 anos, foi vice-campeão da Eurocopa em 1996 com a República Tcheca Reprodução Há 20 anos, a República Tcheca parou na fase de grupos da Copa do Mundo da Alemanha. A estreia foi como um sonho: vitória por 3 a 0 sobre os Estados Unidos, com um gol de Koller e dois de Rosicky. Mas a volta à maior competição de seleções logo virou um pesadelo. Estrelas se lesionaram e viraram desfalques. E a República Tcheca não conseguiu mais vencer. Perdeu para Gana e Itália e sequer chegou ao mata-mata da Copa do Mundo, colocando fim ao sonho de transformar a geração de ouro em resultados além das expectativas. Agora, 20 anos depois, a seleção tenta evitar a repetição do fracasso. Com um empate e uma derrota no Grupo A da Copa do Mundo, a República Tcheca precisa vencer o México nesta quarta-feira, às 22h (de Brasília), no Estádio Azteca, para ter chances de avançar à segunda fase. E o técnico Miroslav Koubek não está feliz com o drama. Pavel Nedved em foto de 2023 Divulgação / Juventus FC – Não estamos contentes com os jogos anteriores. Temos de ser mais contundentes na partida, nos passes, nas tabelas, nas transições, ter mais posse de bola. Isso é o que vi nos jogos anteriores. Lamentamos não termos vencido nenhum dos jogos anteriores. Falaram que o nosso jogo não era bonito, mas considero que não tive sorte. Esse é o aprendizado – disse o treinador tcheco. A República Tcheca tem apenas um ponto e está em terceiro lugar no Grupo A. Se vencer o México nesta quarta, chega a quatro pontos e pode ultrapassar a Coreia do Sul, que tem três e enfrenta a África do Sul, que também tem um. Se chegar a quatro pontos e se mantiver pelo menos em terceiro lugar, a República Tcheca deve se classificar para o mata-mata. Agora sem tantas estrelas, comandada principalmente por Patrik Schick, do Bayer Leverkusen, e Tomáš Souček, capitão da equipe e jogador do West Ham, a seleção tenta evitar um novo vexame em 2026.
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Globo Esporte — Copa do Mundo

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