Mundial 2026: Marrocos-Haiti, 4-2 (crónica)
A minutos da festa em Port-au-Prince
Não será caso único, muito menos o último: todos nós que vivemos e vemos futebol, conheceremos casos vários de equipas que assumem aquela ligeira – mas fatal – vertigem de entrar em campo com laivos de superioridade.
Seja pelo contexto, seja pela alegada falta de qualidade que vislumbram nos outros 11 que enfrentam naqueles 90 minutos, seja por escassa humildade, o resultado costuma ser sempre o mesmo: quem entra da cabeça demasiada levantada, tem de a baixar e sofrer mais do que pensaria.
Não restam dúvidas de que Marrocos é uma seleção a ter conta neste Mundial - o jogo inaugural com o Brasil…
Maisfutebol
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